Nós, que assinamos este manifesto, viemos de muitos lugares do Amazonas. Somos da beira do rio, das periferias, dos bairros, dos ramais, das comunidades, do interior e da capital.
Somos mulheres, jovens, trabalhadoras e trabalhadores, mães, pais, pessoas que vivem a força da vida cotidiana e carregam a esperança de ver nosso povo tratado com respeito, e dignidade.
Apoiamos Marília Freire como pré-candidata a deputada federal pelo Amazonas porque reconhecemos, em sua trajetória na vida pública, uma caminhada baseada na escuta dos territórios e na construção de ações concretas que refletem o cuidado e a atenção necessários com a vida da nossa gente.
Marília é filha da dona Eró e do seu Chagas, mãe do Ulisses, servidora do Tribunal de Justiça desde 2007, formada em direito e psicologia, é pesquisadora e militante feminista.
Sua caminhada passa pelo interior do Amazonas, pela formação junto às mulheres, pelo enfrentamento às violências, pela proteção da infância e pela defesa dos direitos humanos.
Marília conhece a realidade de quem vive longe dos espaços de decisão e carrega uma trajetória construída junto às mulheres que sustentam a vida nos territórios.
Conhece a urgência de proteger meninas, crianças, mulheres, povos e territórios. Sua pré-candidatura se constrói desse chão e dessas águas, com a disposição de transformar escuta, vínculo e cuidado em propostas conectadas com a vida da nossa gente.
O cuidado que defendemos neste manifesto é um caminho político. É compromisso com as infâncias, com as mulheres, com a Amazônia, com a dignidade de quem trabalha e com os direitos dos povos que vivem no Amazonas. Dizemos povos no plural porque entendemos que a força desta pré-candidatura está na participação da diversidade que forma a nossa identidade amazonense e aponta a urgência do nosso tempo.
Cuidar é transformar realidades para melhorar a vida da nossa gente!
Não podemos esquecer! A pandemia escancarou a distância entre a vida real do povo do Amazonas e as respostas públicas que nosso estado precisava receber.
O Amazonas foi tratado como cobaia de uma política de morte, e manter viva essa memória é essencial para orientar nossas escolhas no presente e impedir que essa história se repita.
O colapso climático que atravessa a nossa geração aprofunda esse cenário de crise. Em um estado onde a maioria dos municípios se conecta pelos rios, os eventos extremos de seca e cheia afetam a vida de milhões de amazonenses, sobretudo quando faltam políticas concretas para cuidar de quem mais sofre com esses impactos
Marília é filha da dona Eró e do seu Chagas, mãe do Ulisses, servidora do Tribunal de Justiça desde 2007, formada em direito e psicologia, é pesquisadora e militante feminista.
Sua caminhada passa pelo interior do Amazonas, pela formação junto às mulheres, pelo enfrentamento às violências, pela proteção da infância e pela defesa dos direitos humanos.
Marília conhece a realidade de quem vive longe dos espaços de decisão e carrega uma trajetória construída junto às mulheres que sustentam a vida nos territórios.
Conhece a urgência de proteger meninas, crianças, mulheres, povos e territórios. Sua pré-candidatura se constrói desse chão e dessas águas, com a disposição de transformar escuta, vínculo e cuidado em propostas conectadas com a vida da nossa gente.
O cuidado que defendemos neste manifesto é um caminho político. É compromisso com as infâncias, com as mulheres, com a Amazônia, com a dignidade de quem trabalha e com os direitos dos povos que vivem no Amazonas.
Dizemos povos no plural porque entendemos que a força desta pré-candidatura está na participação da diversidade que forma a nossa identidade amazonense e aponta a urgência do nosso tempo.